Os produtos NaanDanJain atendem a cultura citrusCitrus

Cultura

Nome científico: Citrus sinensis L. Osbeck
Família: Rutáceas (Rutaceae)
Nomes populares: Laranja
Nome em inglês: Orange
Origem: Ásia (Indochina, Sul da China)

 

Clima

O clima exerce grande influência sobre o vigor e longevidade das plantas cítricas, qualidade e quantidade de frutos desenvolvendo-se melhor os citros em regiões de clima mais ameno, solos adequados e cerca de 1.200 mm anuais de regime pluvial bem distribuídos.

Os frutos produzidos nos climas frios tem melhor coloração da casca e da polpa, teores mais altos de açúcares e ácidos. Nos climas quentes os frutos são menos coloridos, porém de frutos mais doces mas de paladar mais pobre. Climas quentes são propícios ao cultivo dos pomelos e laranjas, limas doces e ácidas e limões verdadeiros.

Plantio: solo e espaçamentos

Deve ser feito no período chuvoso ou em outra época desde que exista água suficiente para irrigar ou regar. Evitar plantio nos dias de muito sol. Colocar na covas 200g de superfosfato simples e 1 kg de calcário, estes se a análise do solo recomendar. Devem ser bem misturados à terra. O colo da muda deve ficar acima do nível do solo (5 cm). Comprime-se a terra sobre as raízes e ao redor das plantas. Faz-se uma bacia em torno da muda e rega-se com 10 a 20 litros de água, depois cobre com palha, capim seco ou maravalha.

Espaçamento – Alguns fatores determinam o espaçamento a ser adotado no pomar: porte da planta, textura e níveis de nutrientes do solo, tratos culturais, culturas intercalares e irrigação.

 

Os produtos NaanDanJain atuam nas plantações de citrus

Nutrição

Para crescer e produzir bem as plantas cítricas precisam de carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, zinco, cobre, boro, manganês, cloro e ferro, retirados da água, do ar e do próprio solo. A análise do solo permite avaliar as condições de fertilidade do mesmo e, a partir dos seus resultados, determinar o que e quanto se deve aplicar nas adubações.

Os adubos orgânicos na cova fornecem nutrientes para a planta e melhoram a capacidade de retenção de água pelo solo.
Os adubos químicos mais comuns utilizados são: uréia, sulfato de amônia, fosfato diamônico, fosfato monoamônico, superfosfatos simples e triplo, cloreto e sulfato de potássio.

Manejo de coberturas vegetais no controle de plantas daninhas

O manejo inadequado do controle de plantas daninhas tem contribuído para reduzir a disponibilidade de água para as plantas cítricas. A adoção dessa prática cultural permite aumentar os teores de matéria orgânica e a capacidade de retenção de água pelo solo.

Uma tecnologia alternativa de manejo que proporcione aumento da capacidade produtiva do solo, pela utilização de leguminosas como cobertura nas entrelinhas dos citros vem se destacando como uma das formas mais eficientes no controle do processo erosivo e no melhoramento das condições físicas, químicas e biológicas do solo. O feijão-de-porco, guandú, crotalarias, ao penetrarem na camada adensada descompacta o solo, permitindo maior infiltração da água, intensificando a vida biológica, enriquecendo-o com nitrogênio fixado na atmosfera por meio de uma bactéria, o rizóbio, que forma nódulos em suas raízes. Sua massa verde, deixada na superfície como cobertura morta, permite reduzir as perdas de água por evaporação, mantendo assim a umidade por mais tempo disponível para a cultura.

O citricultor deve plantar as leguminosas nas entrelinhas do pomar nos meses de outubro e novembro para as condições do estado de São Paulo e em maio e junho para as condições da Bahia e Sergipe. A roçagem dessas leguminosas pode ser mecanizada ou manual e efetuada a 20-25 cm do solo para a formação de uma boa cobertura verde. Para o estado de São Paulo recomenda-se essa roçagem no fim do período chuvoso em abril/maio e para os estados da Bahia e Sergipe em setembro/outubro.

Nesse sistema, é necessário a aplicação de manejo de um herbicida pós-emergente à base de glifosate, para dessecação do mato presente nas entrelinhas do pomar e após uma semana proceder o plantio das leguminosas mecanizado em sulcos ou manual em covas rasas. Nesse último caso, espaçados a cada 25 cm x 25 cm, colocando-se duas a três sementes por cova.

Nas linha de plantio da cultura recomenda-se o controle químico das plantas daninhas em duas épocas do ano (setembro/outubro e março/abril), com um herbicida pós-emergente à base de glifosate, para formação de cobertura morta que atuaria de maneira semelhante às leguminosas, na proteção do solo contra erosão e na redução das perdas de água por escoamento superficial e por evaporação.

Tratos Culturais

Nos primeiros dois anos ocorrem brotações nas plantas jovens abaixo da copa. Essas brotações devem ser eliminadas bem novas com as próprias mãos. Nos dois primeiros anos, recomenda-se a retirada dos frutos, pois os mesmos não tem significação econômica e atrasam o crescimento e as safras futuras.

A capina pode ser manual, mecânica ou química. A capina manual diminue a concorrência do mato. O emprego de herbicidas deve ser feito com muito cuidado, com orientação técnica. A capina mecânica deve ser feita com grade de discos e roçadeira, em épocas diferentes.

Como o retorno do capital é demorado, uma boa prática consiste em plantar culturas intercalares nos primeiros três anos, como feijão, amendoim, fumo, batata-doce, inhame, abóbora, melancia ou fruteiras como abacaxi, mamão e maracujá. O cultivo intercalar deve ser mantido a uma distância mínima de 1,5m da laranjeira.

 

Fonte: Embrapa

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