Para nós, brasileiros, o nome de uma das três refeições diárias, e talvez a mais importante, é o café-da-manhã, demonstrando a importância que proporcionamos a esta bebida mais consumida por nós.

O cafeeiro tem como origem as montanhas da Etiópia e conta-se que os pastores de ovelhas dessa região observaram, há 1500 anos, que os animais ficavam mais ativos quando comiam as folhas e frutos do cafeeiro. A partir deste fato os pastores começaram a fazer infusões com os frutos e após beberem a reação era um aumento da vivacidade e espantava o sono.

Pelas características desta infusão esta bebida começou a se popularizar, inicialmente no mundo árabe e nos séculos XIV e XV sendo introduzida na Europa, iniciando pela Itália.

Na época das grandes navegações o cafeeiro chegou na América, inicialmente na Central e por volta dos anos 1700 chegou ao Norte do Brasil e depois ao Rio de Janeiro e São Paulo. A partir de meados do século 18, o café já representava uma significativa fonte de renda para o Brasil, tendo o estado de São Paulo como um grande produtor na época.

Hoje o café brasileiro representa 40% do café consumido mundialmente, mostrando que ainda é um importante item de exportação.

A fertirrigação desta cultura propicia não só um aumento significativo da produtividade, chegando dobrar, mas também uma drástica redução na bianualidade de produção, uma melhor qualidade do fruto, mostrando que é uma técnica altamente viável

O método de fertirrigação mais utilizado para esta cultura é a irrigação por gotejamento, com um consumo de água variando de 18 a 28m³/ha por dia, dependendo das condições locais e espaçamentos da cultura.